Startups
Por que abrir uma startup nos EUA muda o jogo e quais vistos casam com esse caminho.
Os EUA são, ainda hoje, o melhor ecossistema do mundo para startups: capital disponível, mercado grande, cultura de risco e infraestrutura jurídica para escalar. Para imigrantes, abrir uma startup também pode ser uma porta para vistos como E-2, L-1 e até EB-1A/EB-2 NIW.
Vistos que conversam com startups
- E-2: visto de investidor para nacionais de países com tratado de comércio (o Brasil não tem, mas é possível via cidadania de outro país signatário).
- L-1A: para fundadores que já têm operação no exterior e abrem filial nos EUA.
- O-1: para fundadores reconhecidos por mídia, prêmios, conselhos.
- EB-1A / EB-2 NIW: para empreendedores cujo trabalho é de interesse nacional.
O erro do 'Solo Founder' no USCIS
Muitos brasileiros acreditam que basta abrir uma LLC com 100 dólares online para pleitear um visto de habilidades extraordinárias ou uma transferência. O governo americano quer ver substância: você precisa provar que sua startup tem capacidade de gerar empregos e movimentar a economia local. Não foque apenas no software, foque no business plan que mostre como você vai pagar salários em solo americano.
A escolha da jurisdição: Delaware vs. Estado de residência
Se o seu objetivo é captação de Venture Capital, a C-Corp em Delaware é o padrão ouro. No entanto, se o foco é apenas o suporte operacional para um visto L-1, a estrutura pode ser diferente. Entenda que a burocracia estatal e as taxas de 'Franchise Tax' variam drasticamente e podem drenar o caixa da sua startup antes mesmo de você desembarcar.
Checklist: Decolagem da Startup
Para fundadores que buscam captar milhões com investidores americanos, qual é a estrutura societária mais recomendada?
Se você tivesse que provar hoje ao governo americano que sua startup gera benefício nacional (National Interest), qual seria o seu argumento principal além da criação de empregos?
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